sábado, 31 de dezembro de 2011
Ágora ou Alexandria
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Papo Sério sobre a Privataria Tucana
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Privataria Tucana chega ao cinema
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Cotidiano - Entrando pelo tucano
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O humano descartável - Por Eugênio Bucci
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domingo, 16 de outubro de 2011
A carta da Terra
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
A ditadura Tucana e a greve dos professores em Minas Gerais
“O leitor deve estar pensando: a ditadura voltou? Mas, ela já
não está aí há muito tempo? Pois é, o título é só uma provocação, só para
chamar atenção. A ditadura já está em Minas Gerais há muito tempo, e o pior é
que os mesmos donos de jornais, rádios e redes de TV que se autocensuram, que
traem a democracia e os princípios constitucionais de liberdade de expressão
são os mesmos que ‘denunciam’ a falta de liberdade em outros países.
Hipócritas. Há um problema recorrente nestas pessoas no poder: falta espelho
(eles só têm o espelho de narciso). Sempre acusando os outros são incapazes de
se perceberem como violadores da Constituição, como violadores da Democracia,
da República e das leis. Estes são os piores bandidos (o fora-da-lei com poder
supostamente legal).
Existe outra categoria de pessoas perigosas: os que cumprem
ordens ilegais. Não posso fazer nada, estou cumprindo ordens, dizem. Esquecem
que não estão obrigados a cumprir ordens ilegais ou flagrantemente
inconstitucionais. Basta um mínimo de conhecimento jurídico, ou para não pedir
muito, basta um mínimo de bom senso. Agredir pessoas é permitido para os que
estão fardados? Onde está escrito, em qual lei da república (com letra
minúscula, escondida e oprimida está a república que de pública não tem nada),
em qual Constituição está escrito que os cidadãos, donos da República (com
letra maiúscula, a República que conquistaremos um dia) podem ser tratados
pelos seus servidores como lixo, como bandidos. Quem é o bandido nesta
história.
E nossas praças privatizadas? E os palácios? Já viram uma
República com tantos palácios? Para mim os palácios pertenciam à monarquia e
deveriam todos virarem museus públicos. Entretanto nossa república esta cheia
de palácios. Só o governador (?) tem três: um palácio de verão, um de inverno
(nas Mangabeiras) e um para despacho (eparrei). Acredito que todos eles
deveriam virar museus e espaços públicos recreativos. Nas Mangabeiras
poderíamos inclusive fazer um clube público, com piscinas públicas como aquelas
que encontramos em outros países mais democráticos.
Que patética cena: enquanto meia dúzia de autoridades
(otorydadys – conhecem esta espécie? Vem do gênero otorytatys sin nocyonis)
fora do mundo, protegidos por centenas de policiais (que deveriam, se agissem
de forma constitucional, proteger os cidadãos contra o governo
inconstitucional), festejam os bilhões de dólares que poucos vão lucrar às
custas dos espaços e dinheiros públicos investidos na Copa do Mundo. As câmeras
e os jornalistas das grandes rádios e televisões estavam no lugar errado. Não
deveriam estar filmando aquela festa podre, com pessoas, algumas até muito
suspeitas. Interessante episódio moderno: centenas de policiais protegendo
alguns suspeitos, alguns até respondendo processo; outra centena de policiais
atirando balas de borracha e gás lacrimogêneo em pessoas desarmadas,
trabalhadores, professores, cidadãos; tudo isto para garantir uma festa
realizada com muito dinheiro público para permitir muito lucro privado, onde o
povo, o cidadão fica de fora: quantos poderão assistir a um jogo da copa do
mundo? Para estes poder o lugar do povo é em frente a TV. Pode ser que os
governos eleitos sorteiem junto com as grande empresas alguns ingressos para os
que permitem a festa com seu trabalho: todos nós que trabalhamos.
Pergunto-me diariamente: quando é que a ficha vai cair. Quando é
que vamos acordar, todos nós, que nunca somos convidados para a festa que a
polícia protege. Quando vamos cansar de apanhar da polícia que deveria nos
proteger. Será que as coisas já não estão suficientemente claras? Governos
eleitos com muita grana do financiamento privado de grandes banqueiros mentem
para nós antes das eleições. Não elegemos livremente ninguém, isto não é uma
democracia. Escolhemos a cada 4 anos o melhor escritório de marketing. Essas
pessoas no poder, na maioria dos casos não nos representam (há exceções).
Representam os seus próprios interesses e os interesses daqueles que pagaram
sua eleição. Quando vai cair a ficha? A polícia que bate no povo e protege o
patrimônio dos ricos e as festas do poder, onde o povo está sempre de fora.
Copa do Mundo, Olimpíada, comemorações de grandes corporações (que sustentam a
mentira do nacionalismo moderno) onde assistimos vinte e dois milionários
correndo atrás da bola sem nenhum outro compromisso a não ser com o sucesso
pessoal, a vaidade e o dinheiro. Muito dinheiro. Tem alguns que até choram.
Eventos que comemoram e exaltam o melhor, o corpo perfeito, a “performance”
perfeita. Há muito que todos estão fora desta festa. Não podemos participar.
Somos todos imperfeitos, não temos aquela saúde perfeita, aquele corpo
perfeito, aquele patrocinador perfeito. Somos trabalhadores e nosso corpo e
mente estão marcados pelo trabalho. Não temos tempo para a perfeição.
Quando é que a ficha vai cair? Até quanto você vai ficar levando
‘porrada’? Até quando você vai ficar financiando estas festas podres com gente
esquisita?
Filmem tudo, tirem foto de tudo, escrevam, falem, não se conformem. Reclamem
seus direitos, exijam que os que têm poder econômico e político cumpram a lei e
respeitem a República. Processem. Processem. Processem. Toda vez que forem
agredidos pelo estado processem, fotografem, filmem. Mandem os filmes e as
fotos para todo o mundo saber que aqui em Minas Gerais vivemos uma ditadura
econômica, onde os cidadãos são desrespeitados. Onde quem trabalha apanha do
governo, é desrespeitado pela polícia. Contem isto para o mundo inteiro, todo
dia, toda hora. Não acreditem que a história acabou. Não acreditem que não
temos força, que não podemos fazer qualquer coisa. A história está em nossas
mãos, mas para construirmos a história que desejamos é necessário sair de
frente da televisão e olhar para a vida, para o mundo. Podemos fazer qualquer
coisa, inclusive construir uma democracia constitucional republicana, de
verdade, real, em nosso país, onde os poderes públicos, onde a polícia sirva ao
povo e não às grandes empresas privadas. Mas para isto temos que nos
movimentar.
A irracionalidade do sistema está visível, sua incoerência
é gritante, resta-nos mostrar diariamente tudo isto para todo mundo ver. O dia
que as pessoas tiverem percebido o óbvio tudo mudará radicalmente. Mas é
necessário cair a ficha. Desliguem seus televisores, exijam que as coisas,
ideias, pessoas sejam livres. Resgate o futebol para o povo, resgatem as praças
para o povo, resgatem o dinheiro público para o povo, resgatem as instituições
para o povo. Resgatem o governo, a TV, os jornais e rádios, resgatem a polícia
e o exército; resgatem a cidade e as praças; resgatem a solidariedade e o amor;
resgatem o carinho e o sexo; resgatem a natureza; resgatem as palavras
seqüestradas: a palavra liberdade não pertence aos poucos que a seqüestraram.
Escrevam o português à moda antiga, ou de um novo jeito. Ninguém é dono das
palavras que você fala. Acredite na liberdade de um mundo sem dono, sem podres
poderes. Libertem a palavra esperança do cárcere, lugar onde tantos de nós se
encontram. Como diria Caetano:
‘E aquilo que nesse momento se revelará aos
povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio’.”Fonte: SINDUTE MG
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Marta Caregnato
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Charge: Questão pedagógica
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Um dia você aprende...
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sábado, 17 de setembro de 2011
Ditadura Militar no Brasil, onde tudo começou
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
A história da grande torre (Augusto Cury) - Emocionante
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domingo, 4 de setembro de 2011
A Viagem de Trem
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sábado, 3 de setembro de 2011
Escutatório - Rubem Alves
Por Rubem Alves
“Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que ‘não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. (...)
Parafraseio o Alberto Caeiro: ‘Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.’ Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg - citado por Murilo Mendes: ‘Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.’ Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64. Pastor protestante (não ‘evangélico’), foi trabalhar num programa educacional da Igreja Presbiteriana USA, voltado para minorias. Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando. Não rezando. Reza é falatório para não ouvir. Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas [...]). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito. Pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais. Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos. Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: ‘Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.’ Segunda: ‘Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.’ Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: ‘Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.’ E assim vai a reunião.
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
PETIÇÃO PÚBLICA – Abaixo-assinado Iniciativa popular para a reforma do sistema político - Para mudar: Reforma Política Já
Para:Congresso
Nacional do Brasil
“Nós abaixo assinados apoiamos a proposta de Iniciativa Popular para a Reforma do Sistema Político. Apoiamos uma nova regulamentação do art. 14º da Constituição Federal que trata do plebiscito, referendo e iniciativa popular. Defendemos que determinados temas só podem ser decididos pelo povo, através do plebiscito e referendo. Queremos a diminuição das exigências para a iniciativa popular, menos assinaturas e um rito próprio no Congresso Nacional. Defendemos reformas no sistema eleitoral que possibilitem aos segmentos subrepresentados nos espaços de poder (mulheres, população negra e indígena, em situação de pobreza, do campo e da periferia urbana, da juventude e da população homoafetiva, etc) a disputa em pé de igualdade como os demais. Para isso, defendemos a votação em lista pré-ordenada com alternância de sexo e critérios de inclusão destes segmentos e financiamento público exclusivo com punições severas para quem desrespeitar. Defendemos o fim dos privilégios aos parlamentares, como por exemplo, férias de 60 dias, 14º e 15º salários, além do decoro parlamentar, do foro privilegiado e da imunidade parlamentar para que estes não sejam usados como instrumentos para a impunidade.”
Os signatários
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Bullying - Curso online gratuito
Link para se inscrever no Curso: http://www.unieducar.org.br/cursos.asp?cod=2&cod_curso=171
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A ética aristotélica
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sábado, 20 de agosto de 2011
A arte de estar com o outro
A arte de estar com o outro
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Coleta de assinaturas para o projeto de iniciativa popular da Plataforma dos Movimentos Sociais para a Reforma Política
Acompanhe a cobertura da CBN do lançamento da campanha de coleta de assinaturas.
“A Plataforma dos Movimentos Sociais pela
Reforma Política e o MCCE lançam, nesta terça-feira, 16 de agosto, a campanha
de coleta de assinaturas para a apresentação da Proposta de Iniciativa Popular
de Reforma Política.
Para Mudar: Reforma Política JÁ!
A política deveria ser a forma
democrática de como definimos os rumos do nosso País e construímos melhores
condições de vida para todo mundo, mas da maneira como a política acontece hoje
este objetivo está longe de se realizar. A política é um exercício que deve ser
feito por todos e todas. Quando não agimos, os políticos decidem por nossas
vidas e a maioria de nós nem sequer sabe o que está sendo definido. Precisamos
mudar esta realidade.
Por isso estamos trabalhando para uma
reforma do sistema político que amplie o poder do povo nas decisões. Precisamos
ampliar a representação das mulheres, da população negra, do povo indígena, da
pessoa em situação de pobreza, da população do campo e da periferia urbana, da
juventude e da população homoafetiva, entre outros grupos. Por isso, defendemos
o voto em uma lista pré- ordenada e transparente, com alternância de sexo e com
critérios de inclusão destes grupos. Hoje a maioria dos parlamentares que
representam a sociedade ou são ricos, donos de terras, de bancos, das fábricas
e dos meios de comunicação.
Precisamos acabar com a corrupção, com o
mau uso do dinheiro público, com sua utilização para objetivos pessoais e com a
prática de utilizar a máquina estatal para se perpetuar no poder. Precisamos de
uma política com ética, com transparência, com participação de todos os
segmentos da sociedade e com instrumentos que possibilitem o povo decidir as
principais questões. Contudo, para que isso ocorra, é necessário uma nova
regulamentação dos instrumentos de democracia direta (plebiscito, referendo e
iniciativa popular) e novas regras para o processo eleitoral. Neste sentido,
defendemos a democratização dos partidos, o fim das coligações em eleições proporcionais
e o financiamento público exclusivo de campanha. Buscamos, assim, o fim da
interferência do dinheiro privado no exercício da atividade pública. Defendemos
também severas punições para o partido que se utilizar de outros recursos para
financiar sua campanha.
Queremos uma reforma política ampla,
democrática e que possibilite a participação da população nas decisões e não
apenas nos momentos eleitorais. Defendemos o poder do povo em revogar mandatos
e o fim dos privilégios aos políticos, como por exemplo, férias de 60 dias, 14º
e 15º salários, além do decoro parlamentar, do foro privilegiado e da imunidade
parlamentar para que estes não sejam usados como instrumentos para a
impunidade.
Para garantir tudo isso, é necessário a
participação de todos e todas. Vamos mudar a política no Brasil.
Se ficarmos esperando que o enfrentamento
dos problemas do sistema político brasileiro venha apenas do Congresso
Nacional, não vamos conseguir nada. O Congresso só vai agir se o povo
pressionar e se organizar.
Para isso, a Plataforma dos Movimentos
Sociais pela Reforma do Sistema Político e o Movimento contra a Corrupção
Eleitoral (MCCE) se uniram para propor, após amplo debate com a sociedade, um
Projeto de Lei de Iniciativa Popular para a Reforma Política. Assinar esta
proposta significa aderir a uma nova forma de se fazer e pensar a política no
Brasil, garantindo o direito à participação do povo nas decisões sobre os
grandes problemas brasileiros e com a representação de todos os segmentos da população no parlamento”.
Clique na imagem para visualizar o Projeto de Iniciativa Popular da Plataforma dos Movimentos Sociais Para a Reforma Política:
Para conhecer a proposta na íntegra da Plataforma dos movimentos sociais para a Reforma Política, clique na imagem abaixo:
Clique na imagem abaixo para visualizar e imprimir o formulário para a coleta de assinaturas:
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Marta Caregnato
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sábado, 13 de agosto de 2011
Adeus às ilusões?
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Pela Amizade
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
URGENTE! CONTRA O AI-5 DIGITAL
Defenda a liberdade na internet!
“Na semana que vem, o
Congresso poderá votar um projeto de lei que restringiria radicalmente a
liberdade da internet no Brasil, criminalizando atividades on-line
cotidianas tais como compartilhar músicas e restringir práticas essenciais
para blogs(grifo meu). Temos apenas seis dias para barrar a votação.
A pressão da opinião pública derrotou um ataque contra a liberdade da internet em 2009 e nós podemos fazer isso de novo! O projeto de lei tramita neste momento em três comissões da Câmara dos Deputados e esses políticos estão observando atentamente a reação da opinião pública nos dias que antecedem à grande votação. Agora é nossa chance de lançar um protesto nacional e forçá-los a proteger as liberdades da internet.
O Brasil tem mais de 75 milhões de internautas e se nos unirmos nossas vozes poderão ser ensurdecedoras. Envie uma mensagem agora mesmo às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e depois divulgue a campanha entre seus amigos e familiares em todo o Brasil!”
Publicado no AVAAZ em 01 de agosto
CLIQUE AQUI PARA ENVIAR UMA MENSAGEM A UM PARLAMENTAR!
”O projeto de lei, apelidado de AI-5 Digital, traz sérios riscos de violação de privacidade e restrições na rede, limitando a nossa liberdade de compartilhamento, expressão, criação e acesso. Provedores de Internet se tornarão a "polícia" da rede, vigiando os internautas.
O PL Azeredo está tramitando em caráter de urgência e poderá ser votado em breve. Precisamos barrá-lo antes que seja tarde. É preciso regulamentar a Internet sim, mas antes precisamos definir os princípios, direitos e responsabilidades na rede, com o Marco Civil da Internet e a Lei de Proteção de Dados Pessoais, ambos debatidos abertamente com a sociedade.
Assine a petição para impedir a votação prematura do PL Azeredo, colocando-a na Comissão de Defesa do Consumidor. Ela será entregue pelo Idec na Câmara dos Deputados. Assine agora!”
Consumidores na Internet:
Proteção SIM, Violação de
Privacidade NÃO!
”O projeto de lei, apelidado de AI-5 Digital, traz sérios riscos de violação de privacidade e restrições na rede, limitando a nossa liberdade de compartilhamento, expressão, criação e acesso. Provedores de Internet se tornarão a "polícia" da rede, vigiando os internautas.
O PL Azeredo está tramitando em caráter de urgência e poderá ser votado em breve. Precisamos barrá-lo antes que seja tarde. É preciso regulamentar a Internet sim, mas antes precisamos definir os princípios, direitos e responsabilidades na rede, com o Marco Civil da Internet e a Lei de Proteção de Dados Pessoais, ambos debatidos abertamente com a sociedade.
Assine a petição para impedir a votação prematura do PL Azeredo, colocando-a na Comissão de Defesa do Consumidor. Ela será entregue pelo Idec na Câmara dos Deputados. Assine agora!”
Publicado no http://www.idec.org.br/
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