“Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário.” Che Guevara
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Protesto contra o reajuste salarial dos parlamentares em BH
Por Marta Caregnato
Quinta-feira (06/01), o movimento Proteste Minas se reuniu na Praça da Rodoviária para protestar
contra o aumento salarial abusivo de 61,7% que os parlamentares deram a si
mesmos. Cerca de 80 pessoas manifestaram sua indignação contra tal aumento com
cartazes, apitos, panelas e buzinaços. As principais palavras de ordem foram: “Alô
Brasília, eu quero o que é meu: saúde, educação e aumento igual ao seu!”; “Você
aí parado, também tá sendo roubado!”; “Não é mole não, tem dinheiro pra
ministro, mas não tem pra educação!”; “Eu não sou otário, tira do meu bolso pra
pagar o seu salário!”; “Ah! Eu não agüento! E no final só deputado ganha
aumento!”; “Ah! Isso de novo! Politicagem pra roubar o que é do povo!”
Os manifestantes fizeram um percurso saindo da Praça da
Rodoviária e seguiram até a Praça Sete, com várias paradas nos sinais de trânsito,
onde todos gritavam indignados tentando conscientizar os transeuntes.
O Proteste Minas é
“um grupo de jovens questionadores e engajados em contribuir na mudança dos cenários
desiguais presentes na sociedade brasileira”.
Num país em que a maioria da população vive inerte diante de
tantas injustiças sociais, onde um trabalhador assalariado se conforma com um
salário de R$ 540,00 e é incapaz de questionar um salário de R$ 26.700,00 de um
deputado, está mais do que na hora de levantar nossas vozes em protesto.
Um exemplo dessas grandes injustiças é visível, principalmente, na área da educação. Nós, professores, temos péssimas condições
de trabalho, os investimentos para a educação são mínimos, somos obrigados a
manter o sistema didático arcaico (“cuspe e giz”) por falta de recursos didáticos
adequados. É óbvio que existe um interesse político por trás disso, investir em educação é um perigo para muitos de nossos atuais políticos. Não é interessante
para eles uma juventude consciente, questionadora que se mobiliza e luta pelos
seus direitos.
E nós, professores, cada vez mais esgotados com o ritmo de
trabalho, já que muitos acabam enfrentando uma dupla ou tripla jornada de
trabalho devido aos péssimos salários.
Detalhe: em abril de 2010, os professores da rede estadual
do estado de Minas Gerais iniciaram uma greve reivindicando melhores salários. A
greve durou quase dois meses e os professores tiveram que voltar ao trabalho após
serem chantageados com ameaça de perderem seus cargos. A negociação durou dois meses e tiveram um aumento de 7%, sendo que esse aumento só será recebido
efetivamente em março deste ano, ou seja, COM 11 (ONZE) MESES DE ATRASO. Agora,
sabe quanto tempo demorou para ser aprovado esse aumento de 61,7% para os
parlamentares? Brevíssimos 8 minutos, caros cidadãos!!! Não dá para ficar
calado diante disso. Proteste! Lute! É o seu dinheiro que eles estão
embolsando, é o dinheiro do povo!
Mais informações:
domingo, 2 de janeiro de 2011
Movimento Educacionista - Que é isso?
Por Marta Caregnato
A mesma chance entre classes será alcançada por meio da
revolução educacional, fundamentada em uma chamada à consciência: “escola igual
para todos os seres humanos”. Essa revolução deve garantir a todos os
estudantes acesso a escola com a mesma qualidade, independente de posição
social ou região. Além de adotar medidas imprescindíveis para a construção de
um desenvolvimento sustentável, que beneficie as gerações futuras.
“Com a
escola de qualidade para todos os seres humanos, chegaremos à consciência
global, com capacidade coletiva e pessoal para vislumbrar e deslumbrar-se com a
beleza do mundo, entender e explicar a lógica do mundo físico, indignar-se com
as injustiças, ter a consciência do dever (responsabilidade) e a vontade de fazer o mundo melhor, mais belo”.
Essa
revolução educacional exigirá uma base eficiente nos sistemas político, social
e econômico.
Na
política deve ser assegurada as liberdades individuais, a justiça sem
privilégios, o poder ao eleitor, o incentivo a participação popular e o
respeito aos três poderes.
O
sistema social deve garantir a todas as pessoas o acesso a saúde, moradia,
esgoto, coleta de lixo, transporte público, serviços culturais.
E
no sistema econômico “equilibrar as contas públicas, construir a necessária
infra-estrutura de energia, transporte e serviços de logística, dar um choque
de eficiência na gestão dos negócios públicos e privados”.
Como
essa transformação não ocorre da noite para o dia, mas demora acontecer, o
educacionismo julga necessário criar um programa emergencial para enfrentar os
problemas de desemprego, violência e corrupção.
No
movimento educacionista, o processo político se faz por militantes organizados
em torno da causa educacionista, tanto no processo eleitoral, como nos
movimentos sociais ou manifestações organizadas na rede virtual.
Mais
informações: http://educacionista.ning.com/
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Marta Caregnato
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23:42
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sábado, 1 de janeiro de 2011
Ano Novo?!
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Marta Caregnato
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13:03
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